terça-feira, 2 de abril de 2013

Francisco detém-se em oração diante do túmulo de João Paulo II, no oitavo ano de morte do Papa polonês

2013-04-02 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) - Em 2 de abril de oito anos atrás morria João Paulo II. Esta noite, por volta das 19h locais, após o fechamento da Basílica Vaticana, o Santo Padre Francisco fez uma visita ao túmulo do Beato João Paulo II, no oitavo aniversário de morte do Papa polonês.
Francisco encontrava-se acompanhado pelo arcipreste da Basílica Vaticana e pelo Secretário pessoal, respectivamente, Cardeal Angelo Comastri e Mons. Alfred Xuereb.
O Papa Francisco esteve longamente ajoelhado em oração silenciosa diante do túmulo do Beato João Paulo II na Capela de São Sebastião, detendo-se brevemente em espírito de recolhimento também diante dos túmulos do Beato João XXIII e de São Pio X.
Como a visita desta segunda-feira ao túmulo de São Pedro e à Cripta Vaticana, também a visita desta noite à Basílica expressa a profunda continuidade espiritual do ministério petrino dos papas, que o Papa Francisco vive e sente intensamente, como demonstrou também no encontro e com os repetidos colóquios telefônicos com o seu predecessor Bento XVI. Em 1992 João Paulo II nomeou bispo Jorge Mario Bergoglio, e no Consistório de 2001 criou-o cardeal. 

Intenção do mês de abril estimula a celebração pública da fé

2013-04-02 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – Neste mês de abril, o Papa propõe ao Apostolado da Oração como intenção geral: “Para que a celebração pública e orante da fé seja fonte de vida para os fiéis”.
“A fé não pode ser reduzida a um mero sentimento e ficar no âmbito pessoal e privado, e a religião em geral não pode ser reduzida a uma devoção pessoal, mas tem que ser vivida com os outros irmãos. Doutro modo, está a ser truncada numa dimensão absolutamente essencial. Não foi por acaso que Cristo disse: «Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles». Com estas palavras, Ele quis significar que a fé partilhada, mesmo que seja só com mais um irmão, tem maior eficácia.
Mas o Papa não fala só de uma celebração pública da fé, mas que essa celebração deve ser «orante», quer dizer, deve ser participada, «devota», vivendo interiormente o que estamos a celebrar. Doutro modo, tudo seria vazio e ficaria na mera exterioridade” – é o comentário do Pe. António Coelho, s.j, no site do Apostolado da Oração.
Já a intenção missionária é “para que as Igrejas locais das zonas de missão sejam sinal e instrumento de esperança e de ressurreição”.
Para ler o comentário às intenções, acesse a página www.apostoladodaoracao.pt

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A Segunda-Feira do Anjo




Papa João Paulo II - 2009/09/21
"Segunda-feira do Anjo": essa pouco conhecida designação de uma data - o dia que se segue anualmente ao Domingo da Ressurreição (Páscoa) - foi explicada pelo Papa João Paulo II por ocasião do Regina Caeli em 31 de março de 1997. Apreciemos as palavras do Pontífice, dirigidas à multidão de atentos fiéis reunidos na Praça de São Pedro naquele dia:
Caríssimos Irmãos e Irmãs!
1. Hoje é a Segunda-Feira de Páscoa, tradicionalmente chamada a Segunda- Feira do Anjo porque, no evento extraordinário da Ressurreição, os anjos aparecem, ao lado das mulheres e dos Apóstolos, como protagonistas significativos. É precisamente um anjo que, do sepulcro vazio, dirige a primeira mensagem às mulheres que ali chegam para completar a inumação do corpo de Jesus. Ele diz-lhes: « Não vos assusteis! ». E acrescenta: «Buscais a Jesus de Nazaré, o Crucificado Ressuscitou, não está aqui» (Mc. 16, 6).
Os anjos, além de na Ressurreição, estão presentes com discrição em todos os momentos mais importantes da vida de Jesus. Anunciam o Seu nascimento (cf. Mt. 1, 20; Lc. 1, 26; 2, 9), guiam a Sua fuga para o Egipto e o retorno à Pátria (cf. Mt. 2, 13.19), servem-Lhe de conforto no final das tentações no deserto (cf. Mt. 4, 11) e na hora da paixão (cf. Lc. 22, 43); no fim dos tempos, estarão ao lado do Redentor no momento do Juízo sobre a história e o mundo (cf. Mt. 13, 41).
2. Os anjos, portanto, estão ao serviço dos planos de Deus nos momentos fundamentais da história da salvação. Como enviados de Deus, funcionam como mensageiros da Sua vontade redentora.
A presença dos anjos é vista pela Escritura e pela incessante fé eclesial como sinal de uma intervenção especial da Providência e como anúncio de realidades novas, que trazem consigo redenção e salvação.
A festa de hoje prolonga, então, a intensa alegria da Páscoa. A Liturgia repete: «Este é o dia feito pelo Senhor: alegremo-nos e exultemos!». O anúncio pascal, que o mensageiro divino dirigiu às mulheres, é repetido a cada um de nós pelo nosso anjo da guarda: «Não temas! Abre o coração a Cristo ressuscitado».
3. Pondo ao nosso lado o Seu anjo, o Senhor quer acompanhar cada momento da nossa existência com o Seu amor e com a Sua protecção, para que possamos combater a boa batalha da fé (cf. 1 Tm. 6, 12) e testemunhar, sem temor nem hesitação, a nossa adesão a Ele, morto e ressuscitado para a nossa redenção.
Invoquemos a Rainha dos anjos e dos santos para que, sustentados pelo nosso anjo da guarda, saibamos ser cada dia autênticas testemunhas da Páscoa do Senhor.
Fonte; Arautos

«Não vos queixeis uns dos outros, irmãos» (Tg 5, 9).

Para compreender melhor a Palavra de Vida que nos é proposta este mês, é necessário recordar as circunstâncias que a motivaram. Verificavam-se alguns atritos nas comunidades cristãs às quais é dirigida a Carta do apóstolo Tiago. Tratava-se de escândalos, de discriminações sociais, de um uso egoísta da riqueza, da exploração dos operários, de uma fé feita mais de palavras do que de obras, etc. Tudo isto dava origem a ressentimentos e críticas de uns contra os outros, criando um clima de mal-estar em toda a comunidade.
Movimento  dos focolares
Todo mês o movimento tem uma palavra e esta é a palavra do mês de abril

1 de abril de 2013 “Entre vocês não será assim!”


Queridos amigos, queridos irmãos: com o coração exultante pela nomeação do Papa Francisco, quero buscar algumas ideias em três modelos pedagógicos para tentar entender, com vocês, o momento que passamos na barca da Igreja. Os três modelos são chamados de modelo diretivo, não-diretivo e relacional. Hoje, falarei dos dois primeiros. Assim como na pedagogia, também na vida da Igreja cada modelo se fundamenta e é sustentado por um determinado pensamento. E, muitas vezes, é desse pensamento que decorre todas as veredas e os descaminhos.
Até os anos 60, a Igreja viveu uma espécie de modelo diretivo. O que é isso? Melhor será perguntar como acontece esse modelo numa sala de aula? Funciona assim: o professor fala e o aluno escuta; o professor ensina e o aluno aprende. Uma sala de aula dos anos 50 era quase o mesmo de uma sala de aula, dois séculos atrás. A Igreja nos anos 50 era muito parecida com a Igreja de séculos passados, sobretudo, depois que o Concílio de Trento (1545-1563) definiu como seriam as coisas daí em diante.
Bem, o professor agia daquela forma porque acreditava que o conhecimento podia ser transferido para o aluno. No seu imaginário, somente ele podia produzir algum conhecimento novo no aluno. Nesse modelo de ensino, o professor jamais aprendia e o aluno jamais ensinava. Tudo era fixo, fixado e repetitivo. Ali, o novo não tinha lugar.  Também a Igreja agia da mesma forma porque acreditava nos mesmos pressupostos. Para a Igreja de antes do Concílio Vaticano II (1962-1965) os fieis precisavam ser preenchidos em seu vazio existencial, e isso só poderiam ser feito por um clero coeso ao redor de uma doutrina firme, fundada na administração dos sacramentos e na prática devocional. Como disse, esse modelo tinha a virtude de manter a coesão. Mas apresentava sérias lacunas e imprecisões: nele, poderia despontar coações e autoritarismos desafinados com o Evangelho de Cristo. Quando velhas perguntas são respondidas com velhas respostas e a certeza do futuro se ancora na reprodução pura e simples do passado, o presente se empobrece. 

“Jesus disse: Alegrai-vos!”

Fonte: CNBB
dom eduardopinheiro 01.04.13Brasília, 01 de abril de 2013.
Feliz Páscoa, caros irmãos Párocos e Administradores Paroquiais,
Vigários Paroquiais e demais Presbíteros.
“Jesus disse: Alegrai-vos!” (Jo 28, 9)
Neste mês de abril teremos todo ele permeado das alegrias da Páscoa! Ou somos pessoas de Páscoa ou não somos nem mesmo cristãos! A ótica da Ressurreição deve perpassar tudo: a vida pessoal e comunitária, os sonhos e sentimentos, os projetos pastorais e os ambientes nos quais trabalhamos. Carregamos, como educadores e evangelizadores dos jovens, uma responsabilidade muito grande de testemunhar a eles a nossa plena convicção e realização no Cristo!
Passado o precioso tempo quaresmal no qual tivemos a oportunidade de refletir com a Campanha da Fraternidade sobre a juventude, agora somos convidados a rever e refazer as propostas pastorais para que sejam mais de acordo com a opção preferencial pelos jovens. Então,
-  quais novos projetos estão sendo criados em sua paróquia a partir da CF e à luz da JMJ?
-  sua paróquia já elaborou um Plano de Evangelização da Juventude?
-  as estruturas, as organizações e os adultos estão mais sensibilizados pela juventude?
- em quais espaços de decisão da vida paroquial os jovens estão presentes efetivamente?
- como a catequese de crisma tem abordado, por exemplo, assuntos relacionados às vocações e projeto de vida, à afetividade e sexualidade, à sensibilidade diante dos mais pobres e iniciativas de voluntariado, à internet e relacionamentos midiáticos, ao álcool e drogas?
A Peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora têm nos mostrado os jovens entusiasmados por Cristo e pela Igreja. Onde a eles são proporcionadas motivações profundas e ocasiões juvenis criativas, ali eles se sentem cativados e comprometidos.
Estamos às portas da Jornada Mundial da Juventude no Brasil. Aproveitemos deste rico momento para incrementar as ações paroquiais junto aos jovens. Promovamos encontros periódicos formativos e espirituais com aqueles que se preparam para tal evento. Que tal uma Adoração Eucarística ou Vigília mensal? Ou uma Celebração da Palavra com momento de estudos? Há muitas iniciativas positivas espalhadas pelo país! Preparemos com intensidade a Semana Missionária que acontecerá em todas as dioceses do Brasil dos dias16 a20 de julho. E criemos atividades paroquiais ou diocesanas dos dias23 a28 de julho para aqueles jovens que não poderão participar da JMJ no Rio.

Assessor da Comissão para a Juventude entrega kit da JMJ ao Papa Francisco

Pe Savio e o PapaO assessor da Comissão para a Juventude, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, padre Carlos Sávio Ribeiro, teve um encontro com o Papa Francisco, no último dia 26 de março, no Vaticano. Na ocasião, padre Sávio entregou ao Papa um kit da Jornada Mundial da Juventude, contendo uma camisa e uma revista, produzida pelo grupo ‘Jovens Conectados’, ligado à CNBB, mostrando o trabalho que a Igreja Católica, no Brasil, realiza junto à juventude.
O padre disse ao Papa que será uma alegria recebê-lo, no mês de julho, no Brasil, para a Jornada Mundial da Juventude. Ele conta que o Santo Padre manifestou alegria e disse: “Que bonito! Quero participar de tudo, com muita intensidade”. O Papa também adiantou que a revista o ajudará a entender o trabalho da Igreja junto à juventude, no Brasil. No final da conversa, o Papa abençoou o padre e disse: “Continue firme e nos veremos no Brasil”.
Para o padre Sávio, o encontro com o Papa significou renovação do compromisso sacerdotal e reforçou a opção de se dedicar ao trabalho com os jovens, no Brasil. “Participar da primeira Semana Santa do pontificado do Papa Francisco foi uma grande graça. As atitudes dele e o modo simples e atencioso para com as pessoas me comoveram bastante”, destaca
Fonte: CNBB