sexta-feira, 11 de abril de 2014

O Dia-a-Dia do Papa

A Gaudium Press fez uma página onde podemos acompanhar as atividades do Papa Francisco.
                                                                     O Dia-a-Dia do Papa
Apresentamos aqui algumas das principais atividades do Santo Padre Francisco durante cada
mês do ano. Visamos desta forma auxiliar os fiéis a acompanharem as viagens, orações e
trabalhos realizados pelo atual pontífice.
Confira através deste link:  http://www.gaudiumpress.org/agenda/2159

Rádio Anunciadora lançou o aplicativo para celular


Caminhada no Centro reuniu entidades da sociedade civil, representantes da prefeitura e dos legislativos municipal e federal, entidades religiosas, sindicatos e associações de moradore

Cinco mil pessoas participaram na tarde desta quinta-feira (10.4) da caminhada “Niterói diz Não à Violência”, que percorreu a Avenida Amaral Peixoto, no Centro, e terminou com um ato ecumênico na Praça Araribóia, em frente à estação das barcas. A passeata foi uma iniciativa de diversas entidades da sociedade civil, Prefeitura de Niterói, representantes dos legislativos municipal e federal, entidades religiosas, sindicatos e associações de moradores do município, com o objetivo de alertar às autoridades estaduais para a necessidade de ações efetivas que devolvam a tranquilidade aos moradores da cidade, como o aumento do efetivo de policiais militares nas ruas.

O prefeito da cidade destacou que, nos últimos meses, foram tomadas importantes medidas na área de segurança, como a ampliação dos efetivos das polícias Militar e Civil, a implantação de Companhias Destacadas da PM em Pendotiba e no Morro do Estado, e a inauguração da nova sede da Delegacia de Homicídios, entre outras.




“Essas ações, no entanto, não se mostraram suficientes. A prefeitura tem feito a sua parte. Ampliamos a presença da Guarda Municipal nas ruas, criamos o Regime Adicional de Serviço, implantamos o Patrulha Escolar, com a guarda patrulhando o entorno das escolas municipais, o Calçada Livre, de atuação na ordem pública, e vamos convocar nos próximos dias o concurso público para dobrar o efetivo da guarda, que será realizado ainda neste semestre. São ações importantes, mas não resolvem o problema da intranquilidade das pessoas. Por isso estamos reivindicando mais efetivos policiais para Niterói, porque nos últimos anos a cidade vem perdendo efetivo. Nós queremos que Niterói esteja integrada ao planejamento de segurança pública dos eventos internacionais do Rio. Este é um ato em que a prefeitura se soma a essa reivindicação da sociedade de Niterói, pela cultura de paz, por mais efetivos policiais para devolver a tranquilidade à nossa população”, afirmou o prefeito.

O padre Bruno Guimarães de Miranda, que participou do ato representando a Arquidiocese de Niterói, explicou o papel da igreja para a formação de uma cultura de paz. “Niterói sempre foi uma cidade tranquila, mas ultimamente a violência tem crescido muito. É uma iniciativa muito justa das entidades da sociedade civil e da prefeitura em promover essa caminhada para chamar a atenção das autoridades. Sou nascido e criado em Niterói e me sinto muito honrado em estar aqui. O papel da igreja é o de prevenção juntos às crianças e jovens, para ajudar a formar uma cultura de paz e de solidariedade entre todas as pessoas”, disse.

A caminhada terminou com um ato ecumênico na Praça Araribóia, comandado pelo pastor Roberto, da Ordem dos Pastores e Líderes Evangélicos de Niterói (Oplen); pelo padre Bruno Guimarães de Miranda e por Claudia Dutra, representante do Instituto Espírita Bezerra de Menezes.
Fonte: Prefeitura de Niterói

O Calvário, ponto de encontro dos que amam Não é possível que deixemos de sofrer simplesmente porque não podemos ser dispensados de amar

Fonte: Pe. Paulo Ricardo/Equipe Christo Nihil Praeponere

Quando Jesus advertiu que, para segui-Lo, era preciso renunciar-se a si mesmo e tomar a sua cruz [1], talvez os discípulos não pensassem que Ele verdadeiramente tomaria uma “cruz”, no sentido literal. De fato, após subir a Jerusalém, o Cristo “foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado”, como rezamos no Credo Niceno-Constantinopolitano. O próprio Deus foi estendido sobre um madeiro: “tomou a sua cruz”. E pediu que o imitássemos.

É verdade, nem todos os cristãos são chamados a imitar Jesus derramando o seu sangue por Ele. Mas todos, sem exceção, devem carregar a sua cruz, dia após dia, a fim de dizer, com São Paulo: “Estou pregado à cruz de Cristo” [2]. Era com esta atitude espiritual que São Josemaría Escrivá recomendava que os cristãos olhassem para os crucifixos despojados de Cristo: “Quando vires uma pobre Cruz de pau, só, desprezível e sem valor... e sem Crucificado, não esqueças que essa Cruz é a tua Cruz: a de cada dia, a escondida, sem brilho e sem consolação..., que está à espera do Crucificado que lhe falta. E esse Crucificado tens de ser tu” [3].

No entanto, muitas pessoas parecem agir com temor da cruz, quando não com desprezo e desdém. Dizem, orgulhosamente, que o madeiro ao qual Jesus foi pregado não deve ser ostentado por ninguém e, contrapondo-lhe o milagre da ressurreição, rejeitam a exaltação da Santa Cruz como culto da dor e do masoquismo.

Ora, é verdade que a crucificação era uma das penas mais infames que se aplicava aos homens nos tempos do Império Romano. Porém, “na Paixão [de Cristo], a Cruz deixou de ser símbolo de castigo para se converter em sinal de vitória” [4]. Por sua obediência ao Pai, Jesus transformou aquilo que era maldição em salvação para todos os homens. “Sua sanctissima passione in ligno crucis nobis justificationem meruit – Pela sua santíssima paixão no madeiro da cruz, Ele mereceu-nos a justificação” [5], ensina o Concílio de Trento. E, do mesmo modo, o Vaticano II: “[Ele] mereceu-nos a vida com a livre efusão do seu sangue; n’Ele nos reconciliou Deus consigo e uns com os outros e nos arrancou da escravidão do demônio e do pecado” [6].

Por esse motivo, a Igreja saúda a cruz como “única esperança”. No dizer de Santa Rosa de Lima, “fora da cruz, não há outra escada por onde se suba ao céu”.

Mais do que apontar o erro evidente desses “que se portam como inimigos da cruz de Cristo” [7], cabe perguntar qual atitude espiritual está por trás disso: o que faz as pessoas agirem com tanta indiferença, quando não com ódio, em relação à Cruz?

Essas pessoas, que até vão à igreja e começam uma vida de oração, ou não compreenderam o significado da redenção – e isto uma boa catequese e um ato de fé podem consertar – ou estão afetadas por uma “teologia da prosperidade”, que, prometendo paraíso neste mundo, as aliena e faz que coloquem o coração nas coisas materiais e passageiras, ao invés das espirituais e eternas. Diante dos sofrimentos que Deus permite por que passem, fogem invariavelmente, até mesmo na oração, esquecendo-se de fazer a súplica do Pai-Nosso: “fiat voluntas Tua – seja feita a Vossa vontade”.

Não devemos pedir a Deus que nos livre das cruzes, mas que nos ajude a suportá-las. Neste mundo, não é possível que sejamos privados de sofrer simplesmente porque não podemos ser dispensados de amar. A vontade de Deus é que sejamos santos, que O amemos, mas, para que isso aconteça, precisamos primeiro crucificar-nos para o mundo [8], purificar o nosso amor: “Cada dia um pouco mais – tal como ao esculpir na pedra ou na madeira –, é preciso ir limando asperezas, tirando defeitos da nossa vida pessoal, com espírito de penitência, com pequenas mortificações (...). Depois, Jesus vai completando o que falta” [9].

A verdade da Cruz é esta: o mesmo caminho que Deus fez para unir o Céu à Terra [10] é o que nós devemos percorrer para nos assemelharmos a Ele. Dois mil anos depois, o Calvário continua sendo o ponto de encontro dos que amam: de Jesus e de Seus santos.


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Ginásio dos Salesianos recebe Missa dos “Santos Óleos”

                                                 Fonte: Secom

A Missa dos Santos Óleos na Arquidiocese de Niterói este ano acontecerá no Ginásio Dom Bosco, Colégio Salesianos em Santa Rosa às 19h30 do dia 15 de abril.

A missa dos Santos Óleos, segundo a liturgia da Igreja, é celebrada na quinta-feira santa pela manhã, antes da celebração da Santa Ceia. Em algumas (Arqui)dioceses esta celebração é antecipada para uma ocasião mais conveniente.

A dispensa é concedida tendo em vista as razões pastorais. Uma delas, que é o caso da Arquidiocese de Niterói, é a distância geográfica de algumas paróquias em relação à sede da Arquidiocese, dificulta a participação dos padres que já estão envolvidos com os rituais próprios da Semana Santa em suas paróquias e devem participar, ao mesmo tempo, da missa dos Santos Óleos na Arquidiocese.

Na missa dos Santos Óleos os padres da Arquidiocese, juntamente com o Arcebispo, renovam os compromissos sacerdotais.

A Missa da unidade ou dos “Santos Óleos” acontece na Quinta-feira Santa. A Missa da Unidade reúne em torno do (Arce)Bispo o clero da (Arqui)diocese (padres e diáconos) e todo o povo de Deus, ou ao menos uma boa representação das comunidades paroquiais que formam a (Arqui)diocese. Uma vez que esta missa caracteriza-se como uma grande ação de graças a Deus pela instituição do ministério sacerdotal na Igreja, nela, os padres presentes renovam as promessas sacerdotais.

Na Liturgia da Igreja evidencia-se três óleos: Óleo dos ENFERMOS, Óleo dos CATECÚMENOS e Óleo do Santo CRISMA. Os dois primeiros Santos Óleos são abençoados, e o terceiro é consagrado pelo (Arce)Bispo com todo o seu presbitério na Quinta-feira Santa pela manhã (ou outro dia pastoralmente propício).

Projeto Sempre Criança com mais um evento em Niterói

O Projeto Sempre Criança convida:

A Páscoa está chegando!

No próximo domingo (13/04) acontecerá mais um encontro nosso e vocês estão super convidados! O tema abordado será a Páscoa e teremos diversão garantida!
Não fique de fora, SEJA VOLUNTÁRIO!
Pedimos que não se atrase e se puder, vá de carro para dar carona aos que estarão a pé ! Sairemos pontualmente às 14h do ponto de encontro.
Saiba mais através do site Sempre Criança: http://www.semprecrianca.org/




“A Paixão de Cristo – o sentido da vida”-em cartaz

                                                                Fonte: Imprensa shalom RJ
O espetáculo “A Paixão de Cristo – o sentido da vida” terá três apresentações nos dias 11 de abril, às 20h30, e 12 de abril, às 18h e 20h30, no Centro Cultural Marista (Rua Conde de Bonfim, 1067, Tijuca). Os ingressos custam R$ 10 (meia estudantil) e R$ 20 (inteira) e estão à venda na Livraria Shalom (Rua Bento Lisboa, 112, Catete) e Paulinas (Rua Sete de setembro, 81/A, Centro).

“A Paixão de Cristo – O sentido da vida”, do Projeto Artes Shalom Rio, é inspirada no Evangelho de João. O apóstolo faz uma narração com foco na perspectiva do homem em busca de Deus e do sentido da sua vida. O espetáculo não acontece em ordem cronológica. Esta linha mostra que o importante não é a ordem dos acontecimentos em si, mas o itinerário interior da busca pelo Deus verdadeiro.

O roteiro de Wilde Fábio Alencar oferece um espetáculo artístico-cultural com teatro, música e dança. Produzido pela Comunidade Católica Shalom pela primeira vez em Natal (RN) em 2008, a peça chega ao Rio de Janeiro em 2014. Em anos anteriores, com uma longa tradição artística neste período, a Comunidade Católica Shalom do Rio de Janeiro apresentava o roteiro de Milza Gama, intitulado "Paixão e Morte".

A Paixão de Cristo recria uma das mais belas histórias, misturando amor humano e divino, revelando a pessoa de Jesus Cristo como o verdadeiro Rei. Esta “realeza” não atende as expectativas de riquezas e revoluções políticas, mas mostra a sabedoria de Deus, a misericórdia e o amor que geram a verdadeira vida.

O elenco da Paíxão de Cristo é formado por 37 artistas, incluindo atores, dançarinos e figurantes. Para a formação do elenco, foram abertas inscrições para a audição de teatro, dança e canto. Com mais de 100 inscritos, foram selecionados 37 artistas. Jesus, Maria, Maria Madalena, João e Pedro são os personagens em destaque, além dos marcantes Pilatos e Caifás.

SERVIÇO:
Local: Centro Cultural Marista.
Rua Conde de Bonfim, 1067. Tijuca.

Ingressos: 10,00 a meia estudantil e R$ 20 (inteira) à venda na Livraria Shalom (Rua Bento Lisboa, 112, Catete) e Paulinas (Rua Sete de setembro, 81/A, Centro)