sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Como rezar o terço da misericórdia


Para ser rezado nas contas do terço.
“No começo: o Pai Nosso, Ave Maria e o Creio.
(Clique na imagem para aumentá-la)
Pai Nosso.
Pai nosso, que estais no céu, santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso Reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como é no céu. O pão nosso de cada dia, nos dai hoje, perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal, Amém.
Ave-Maria.
Ave-Maria cheia de graças, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus. Santa Maria Mãe de Deus e nossa Mãe, rogai por nós os pecadores, agora e na hora de nossa morte, amém.
Creio.
Creio em um só Deus, Pai todo poderoso, Criador do Céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, JESUS CRISTO, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz de luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação desceu dos Céus. E se encarnou pelo ESPÍRITO SANTO, no seio da Virgem MARIA e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as escrituras; e subiu aos Céus, onde está sentado à direita do PAI. De novo há de vir em Sua Glória, para julgar os vivos e os mortos; e o Seu Reino não terá fim. Creio no ESPÍRITO SANTO, Senhor que dá a vida, e procede do PAI. Com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ELE que falou pelos profetas. Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há de vir. Amém.
A seguir, nas contas grandes (do Pai-Nosso), rezamos:
Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade do Vosso Diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.
Nas contas pequenas (da Ave-Maria), rezamos:
Pela Sua dolorosa Paixão; tende misericórdia de nós e do mundo inteiro (10 vezes).
Depois diga: Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de misericórdia para nós, eu confio em Vós
E no final do terço rezamos três vezes:
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.
TERÇO DA MISERICÓRDIA EM ÁUDIO:
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SOBRE O TERÇO DA DIVINA MISERICÓRDIA.
Jesus disse a irmã Faustina:
“Oh! que grandes graças concederei às almas que recitarem  esse Terço.
(…) Anota estas palavras, Minha filha, fala ao mundo da Minha misericórdia,
que toda a humanidade conheça a Minha insondável misericórdia. Este é o sinal para os últimos tempos; depois dele virá o dia da justiça. Enquanto é tempo, recorram à fonte da Minha misericórdia, tirem proveito do Sangue e da Àgua que jorraram para eles” (Diário, 848) .
“Recita, sem cessar, este Terço que te ensinei. Todo aquele que o recitar alcançará grande misericórdia na hora da sua morte. Os sacerdotes o recomendarão aos pecadores como a última tábua de salvação. Ainda que o pecador seja o mais endurecido, se recitar este Terço uma só vez, alcançará a graça da Minha infinita misericórdia” (Diário, 687).
A PROMESSA DA MISERICÓRDIA PARA OS AGONIZANTES
“Pela recitação deste Terço agrada-Me dar tudo o que Me peçam. Quando os pecadores empedernidos o recitarem, encherei de paz as suas almas, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isto para as almas atribuladas: Quando a alma vir e reconhecer a gravidade dos seus pecados, quando se abrir diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não se desespere, mas antes se lance com confiança nos braços da Minha misericórdia, como uma criança no abraço da sua querida mãe. Essas almas têm prioridade no Meu Coração compassivo, elas têm primazia à Minha misericórdia. Diz que nenhuma alma que tenha invocado a Minha misericórdia se decepcionou ou experimentou vexame. Tenho predileção especial pela alma que confiou na Minha bondade. Escreve que, quando recitarem esse Terço junto aos agonizantes, Eu Me colocarei entre o Pai e a alma agonizante não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso” (Diário, 1541).
“Defendo toda alma que recitar esse terço na hora da morte, como se fosse a Minha própria glória (…) Quando recitam esse terço junto a um agonizante, aplaca-se
a ira de Deus, a misericórdia insondável envolve a alma” (Diário, 811).
                  http://movimentojovensmarianos.wordpress.com

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A Morte que não é morte

“Não devemos chorar a morte dos entes queridos. Não é certo lamentar-se como particular desgraça o que se sabe atingir a todos. Seria desejar subtrair-se ao destino geral, não aceitar a lei comum, não reconhecer a igualdade de natureza, seguir os sentimentos carnais e ignorar a finalidade do corpo. Haverá algo mais tolo do que desconhecer o que se é, querer parecer o que não é ?.. algo de menos inteligente do que, sabendo o que deve acontecer, não lograr suportá-lo quando acontece ? A própria natureza nos interpela e nos retira da dor com um modo de consolar que lhe é todo próprio. De fato, não há sofrimento tão profundo, tormento tão acerbo que não ache algum lenitivo: e é a natureza que oferece aos homens, precisamente porque são homens, desligando seu espírito da dor, mesmo nas situações mais tristes e lutuosas. Houve povos dizem, que se afligiam com o nascimento de um homem, ao passo que celebravam festivamente sua partida. Isto não é totalmente destituído de significado, pois acreditariam dever lamentar os que se põem ao leme do barco em mar tempestuoso, como é a vida: pensariam, ao contrário, não ser errado alegrar-se com os que escapavam às borrascas da vida. Mesmo nós, cristãos, esquecemos o dia do nascimento de nossos santos e festejamos o de seu retorno à pátria.
De acordo com a ordem natural, portanto, não é justo dar excessivo lugar ao pesar, se não se deseja reclamar uma especial exceção ao curso da natureza, recusando-se a sorte comum. A morte, com, é comum a todos, sem distinção de pobres e ricos. E, embora tenha vindo ao mundo por culpa de um só homem, passou a todos, a ponto de devermos considerar autor da morte o que foi principio do gênero humano. Mas igualmente por obra de um só veio para nós a ressurreição! Não haveria então que desejar subtrair-nos ao flagelo trazido pelo primeiro para que assim possamos obter a graça do segundo. Cristo, diz a Escritura, veio para recuperar o que estava perdido, a fim de reinar deste modo não só sobre os vivos, mas também  sobre os mortos. Em Adão nós caímos, fomos expulsos do paraíso e morremos: como poderá o senhor reconduzir-nos a si, se não nos encontra em Adão? Neste decaímos sob o poder do pecado e da morte, em Cristo nos tornamos justificados. A morte é um débito comum: todos devemos suportar-lhe a paga...
Considero um ultraje que se faz à piedosa memória dos defuntos o considerá-los perdidos ,e o preferir esquecê-los antes com nossos sufrágios: o pensar neles com temor e não com amor e benevolência: o temer recordá-los , ao invés de procurar-lhes a paz: o nutrir enfim mais receio do que esperança, quando se pensa em seus méritos, como se lhes competisse mais o castigo do que a imortalidade.
Vem, contudo a objeção: Mas perdemos os nossos caros! Sim, porém não é esta a sorte que comungamos com a terra e com os elementos: a de não reter para sempre o que nos foi emprestado por algum tempo? A terra geme sob o arado, é frustrada pela chuva, batida pela tempestade, ressecada pela geada, queimada pelo sol: tudo isto, para que frutifique e dê a colheita de cada ano. Apenas se reveste de múltiplos encantos e logo deles vem desfeita. De quanta coisa se vê privada! Mas não irá lamentar a perda de seus frutos, pois os produziu para perdê-los. Nem se recusa a produzir outros no futuro, embora lhes vão ser de novo tirados. O céu também,  ele não está sempre fulgurando com a grinalda das estrelas, nem a aurora sempre o ilumina ou o douram os raios de sol, mas bem regularmente se torna velado pela fria neblina da noite. Que há de mais grandioso que a luz, de mais esplendoroso que o sol? Pois ambos desaparecem cada dia e nós suportamos isto sem reclamar, pois sabemos que voltarão. Aqui se mostra a paciência que deves ter quando também se vão os que te são caros. Não te entristeces quando os astros desaparecem. Por que há de afligir-te a morte do homem?.
( S.Ambrósio, sobre a morte de seu irmão Sátiro )
Fonte: Livro de Escatologia 
Escola "Mater Ecclesiae"/RJ


Faltam só oito meses!

Fonte: SECOM


“Vão por todo mundo e façam discípulos meus entre todas as nações” (Mt 28,19). Com versículo. Ele vem depois do relato do túmulo encontrado vazio e depois do relato da essa passagem, Mateus encerra o seu evangelho. Mas é necessário contextualizar o farsa dos guardas, subornados pelas autoridades para mentirem a respeito dos últimos acontecimentos. Nesse contexto de medo, o pedido do Mestre desemboca numa garantia, a grande garantia, a maior de todas: “Eu estarei com vocês todos os dias até o fim do mundo!” (Mt 28,20). Quem ama, quer estar junto.
“Vão por todo mundo e façam discípulos meus entre todas as nações” (Mt 28,19).  Essa mesma passagem é o lema de um dos eventos mais aguardados por católicos do mundo inteiro: a Jornada Mundial da Juventude, o encontro do Papa com milhares de jovens. E esse encontro de milhares de jovens com o Papa não está distante: faltam apenas oito meses! Entre os dias 23 e 28 de julho de 2013, o Papa Bento XVI estará no Rio de Janeiro e a Arquidiocese de Niterói terá papel importante no evento: o Vicariato Niterói é subsede da JMJ. Lembram-se da garantia? “Eu estarei com vocês todos os dias até o fim do mundo!” (Mt 28,20). Pois bem. Daqui a oito meses, essa presença será sentida de modo mais amplo e fulgurante. Milhares, milhões de jovens, num encontro alvoroçado e, ao mesmo tempo, íntimo e fervoroso com o Senhor Ressuscitado, vivo, entre nós. “Eu estarei com vocês…”
O evento tem o perfil jovem, sim. Mas, sem dúvida, seu êxito depende da intensa participação de todos. Não falo apenas dos sacerdotes e religiosos. Falo, sobretudo, aos cristãos leigos. Aos cristãos leigos de qualquer idade. Falo aos amigos. E como diria o apóstolo João: Amigos, ainda há muito a ser feito e não podemos deixar escapar pelo vão dos dedos esse grande acontecimento. Naqueles dias, todos estarão de olho no Brasil, porque boa parte do mundo estará aqui, no Estado do Rio.
Eu queria que você estivesse agora me perguntando: Eu posso ajudar? Como ajudar?
Sim. Você pode ajudar. Muito mais: você pode fazer parte. São muitas as frentes de ação e eu vou lhe propor algumas.
A primeira grande proposta, o primeiro grande pedido é: SEJA UM VOLUNTÁRIO! O trabalho na JMJ só pode ser desempenhado por pessoas que doam seus dons e seu tempo. Inscreva-se no sitewww.rio2013.com. Torne-se um voluntário e ajude os jovens a se encontrarem com o verdadeiro sentido da vida: Jesus Cristo. Você poderá se inscrever com a disponibilidade que você tiver. Com certeza, existe algum espaço em que sua ajuda será fundamental.
A segunda grande proposta é lhe pedir que você ouça e entenda que é preciso mais. Muitos, muitos jovens são esperados. Na última jornada, em Madri2011, foram 2 milhões. Para a JMJ Rio2013, a expectativa é ainda maior! Onde serão alojados esses peregrinos jovens? Na residência de pessoas generosas que inscreverem suas casas como locais de hospedagem. Na minha casa, na sua casa. E olhe! Não é preciso luxo. Basta um coração acolhedor e um pequeno espaço onde o jovem possa estender seu “saco de dormir” e fazer sua higiene pessoal. Para o acolhimento dos peregrinos no território do Vicariato Niterói, o procedimento é feito pelo site, mas em todas as paróquias há equipes aptas a darem informações e fazerem a inscrição.
Também os outros cinco Vicariatos da Arquidiocese de Niterói irão participar da jornada. Entre os dias 17 e 21 de julho teremos nos vicariatos Oceânico, São Gonçalo, Alcântara, Lagos e Rural a “Semana Missionária”, evento que ficou conhecido como “pré-jornada”, na JMJ de Madri. Exclusiva para o pessoal de fora, a Semana Missionária trará em sua programação dias de oração e recolhimento, além de uma excelente oportunidade para conhecer a cultura típica das cidades que compõem nossa Arquidiocese. São esperados até 700 jovens por paróquia. Sem dúvida, também precisaremos muito das famílias desses vicariatos. Precisamos que elas disponibilizem suas casas para acolher os jovens que virão viver nesta troca cultural uma experiência de fé. Na Semana Missionária, a inscrição para a acolhida de um peregrino se dará na própria paróquia.
No último dia 14 de outubro, tivemos uma grande preparação para tantos eventos que estão por vir. Celebramos o Dia Nacional da Juventude (DNJ), com a participação de aproximadamente 10 mil jovens que lotaram o Rincão do Senhor, em São Gonçalo. Foi um dia inteiro de escuta da Palavra de Deus, Santa Missa, adoração, shows e confissões. Cerca de 30 sacerdotes estiveram presentes. Pudemos ver a força da juventude em nossa Arquidiocese.
A Igreja está voltada para os jovens. No ano que vem, em fevereiro, será lançada a Campanha da Fraternidade, com o tema “Fraternidade e Juventude”: “Eis me aqui, envia-me” (Is 6,8). É um tempo especial para os jovens serem protagonistas. Mas a participação de todos é fundamental.
A terceira grande proposta é um convite: você é meu convidado a participar desse acontecimento. Esteja lá. Desculpe-me, errei! Você é convidado de Jesus, o Cristo, Filho de Deus, para estar com Ele nesse acontecimento. “Quando foi que te vimos como estrangeiro e te recebemos em casa? Todas as vezes que vocês fizeram isso ao menor dos meus irmãos, foi a mim… foi a mim que vocês fizeram.”(Mt 25,38.40). Quando Jesus entrar na sua casa, de mochila nas costas e aquele sorriso leve que só na juventude a gente tem, diga a Ele: Seja benvindo, Senhor! A casa é sua.
+ Dom José Francisco Rezende Dias
Arcebispo Metropolitano de Niterói

Entrevista coletiva apresenta balanço da reunião do Conselho Permanente

Fonte:CNBB

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ColetivaTodos01112012Após a conclusão da 79º Reunião Ordinária do Conselho Permanente (CP) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o presidente da entidade, cardeal dom Raymundo Damasceno Assis, concedeu entrevista coletiva em que apresentou um balanço dos trabalhos realizados nos três dias do encontro, em Brasília (DF). Também estava presente o secretário-geral, dom Leonardo Ulrich Steiner.

Dom Damasceno disse que os participantes da CP recordaram o aniversário dos 60 anos da CNBB, “que tem procurado fazer uma caminhada conjunta aprofundando a colegialidade e promovendo a unidade no trabalho de evangelização no país”. Uma série de reportagens no site da entidade deverá fazer memória desta celebração.

ColetivaDomRaymundo01112012Em relação aos trabalhos, o cardeal revelou que ficou definida a pauta da 51ª Assembleia Geral, que será realizada de 10 a 19 de abril de 2013, em Aparecida (SP). “Comunidades de comunidade: uma nova paróquia” será o tema central do evento, que deverá realizar também um aprofundamento da reflexão do Ano da Fé e a discussão final do Diretório de Comunicação para a Igreja no Brasil.

Durante a reunião do CP, os bispos tiveram a oportunidade de acompanhar a análise de conjuntura, apresentada pela Comissão Brasileira de Justiça e Paz e pela assessoria política da entidade. Também receberam duas visitas importantes: a da Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, e do Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovani d’Aniello.

Dom Damasceno também destacou a ação da CNBB com a elaboração de um documento a respeito da situação dos povos quilombolas e também na defesa dos territórios dos pescadores artesanais.

O cardeal destacou a importância da Campanha para a Evangelização, que será realizada durante o período do Advento, com o slogan “evangeli-já”, que exorta para a urgência do compromisso evangelizador.

ColetivaDomLeonardo01112012Já o secretário geral, dom Leonardo Steiner, destacou que há na CNBB uma comissão que acompanha o processo de discussão da reforma do novo Código Penal brasileiro. “A proposta apresentada já começa com a pena, e não há princípios fundamentais em vista da dignidade humana. Temos recebidos as colaborações de diversas pastorais e especialistas. Acreditamos que é preciso considerar que a realidade social é transformada pela educação, e é preciso oferecer horizontes. É preciso investir nisso como forma de combater a violência”.

Em relação à situação do povo Guarani-Kaiowá, dom Leonardo destacou a preocupação do episcopado brasileiro, que acompanha o caso através do Conselho Indigenista Missionário (CIMI). “O governo tem dado passos, mas são ainda insuficientes para dar segurança para estes povos. Terra para eles é cultura, moradia, tradição, vida, família, povo. Para eles, terra significa as suas próprias raízes. É uma injustiça o que se está fazendo em relação aos povos indígena

Capela Sistina cumpriu ontem 500 anos

O Papa Bento XVIassegurou que na Capela Sistina, que ontem 31 de outubro fez 500 anos de história, unem-se a luz da obra de arte e a luz de Deus, durante a oração das vésperas da solenidade de Todos os Santos.
Assim, o Pontífice ressaltou que "não se trata somente da luz que vem do sábio uso da cor rica de contrastes ou do movimento que anima a obra de arte", mas "é a luz de Deus que ilumina os afrescos e a toda a capela papal".
"Aquela luz que com sua potência vence o caos e a escuridão para doar vidana criação e na redenção", acrescentou.
Neste sentido, sublinhou que a Capela Sistina "narra essa história de luz, liberação, salvação e fala da relação de Deus com a humanidade". Também destacou que a Capela Sistina, "contemplada em oração, é ainda mais formosa, mais autêntica" já que "revela-se toda sua riqueza".
O Pontífice também ressaltou que este evento histórico-artístico é festejado com uma celebração litúrgica porque "a Sistina é, por sua natureza, um sala de aula litúrgica, é a capela magna do Palácio Apostólico" vaticano.
Além disso, acrescentou que "as obras artísticas que a decoram, em particular os afrescos, encontram na liturgia seu ambiente vital".
Ao começo da cerimônia, o presidente do Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano, o Cardeal Giuseppe Bertello, remarcou as recentes palavras do Papa de que a Capela Sistina "representa para muitas pessoas, que não conhecem o Evangelho, o maior contato, às vezes único, com a Santa Sé e é por isso uma ocasião privilegiada para conhecer a mensagem cristã".
Em 31 de outubro de 1512 o Papa Júlio II rezou também as vésperas e nesta ocasião pela primeira vez foi possível contemplar a abóboda de 1.100 metros quadrados de afrescos que Michelangelo pintou a quase 20 metros de altura durante os anos 1508 a 1512.
Fonte:http://www.acidigital.com/

Delegação Salesiana de Cuba lança campanha em prol das pessoas afetadas pelo furacão Sandy

Delegação Salesiana de Cuba lança campanha em prol das pessoas afetadas pelo furacão Sandy
A delegação Salesiana de Cuba lançou uma campanha para levantar fundos que servirão para ajudar as pessoas afetadas pelo furacão Sandy. Quem quiser colaborar pode encontrar mais informações no site dos Salesianos de Cuba. www.salesianosdecuba.com

O furacão Sandy  atingiu a região Leste de Cuba, no último dia 25 de outubro, devastando, severamente, a província de Santiago, onde também existe uma comunidade salesiana. A área em que os salesianos operam foi duramente afetada pelos ventos e chuvas e alguns paroquianos tiveram suas casas total ou parcialmente destruídas. 

Os salesianos estão bem, no entanto, em sua obra, um dos muros do pátio desmoronou, várias portas-balcão foram destruídas e várias árvores arrancadas. Na cidade, segundo o diretor da casa salesiana, padre Julio Fernández, tanto a rede elétrica como de telefonia e o abastecimento de água foram danificados.


Fonte:www.boletimsalesiano.org.br


Todos os Santos

O mês de novembro, no calendário de nossa Igreja católica, começa com a festividade de todos os santos. Dia 1º de novembro, o povo de Deus comemora a Igreja triunfante, celebrando conjuntamente todos os santos em apenas uma solenidade.
Todos aqueles homens e mulheres que foram pobres no espírito, mansos, que sofreram e tiveram fome de justiça, misericordiosos, que foram puros de coração, pacíficos,  que foram humilhados, caluniados, ofendidos em nome do Senhor. São esses homens e mulheres que festejamos nesse me roso dia.
Aquela grande multidão que está diante do cordeiro. São João disse no Apocalipse, refere-se a todos os santos e todos aqueles que conseguiram a salvação  em uma vida de amor e entrega as leis de Deus.
Para homenagear todos os santos, reconhecidos por nossa Igreja, iremos perpassar um pouco sobre a vida de dois santos com belíssimas histórias: São Martinho de Touros e Santa Isabel da Hungria.
São Martinho de Touros nasceu em Sabará, Panônia, no ano de 315. Era militar aos 15 anos, quando um fato marcante mudou seu caminho. Cavalgando, coberto de sua enorme manta da guarda imperial, avistou um pobre homem desfalecido pelo frio cortante e Martinho, num gesto de extrema generosidade, cortou a manta e deu metade ao pobre homem. À noite sonhou com Jesus enrolado em sua manta sorrindo agradecido.
Aos 18 anos, abandonou a carreira militar, recebendo logo o batismo e passou a seguir seu grande mestre, Santo Hilário de Poitiers.
A vida contemplativa dos primeiros  anos foi mudada com o passar do tempo. Eleito bispo de Touros, tornou-se grande evangelizador. Durante os vinte e sete anos de vida episcopal virou um mártir para os pobres, necessitados e injustiçados, como também, tornou-se mal visto para parte do clero que preferia a vida cômoda, algo de São Martinho.
São Martinho de Touros morreu em 8 de novembro de 397 e seus funerais foram um grande acontecimento, levando multidões de adoradores e se despedir do grande homem que cuidava de todos.
No dia 17 de novembro de 1231, Santa Isabel de Hungria ia para a casa do pai, aos 24 anos de idade.
Noiva aos quatro anos  casada aos quatorze e mãe aos quinze, a maravilhosa Isabel tem uma vida que parece um conto romântico. Prometida pelo pai, o rei André II , primo do imperador da Alemanha, em casamento ao duque da  Turincias. Santa Isabel foi desde cedo um grande exemplo de vida cristã.
Não usou a coroa em seu casamento , pois dizia: “ Como poderia usar uma coroa tão preciosa diante de um rei coroado de espinhos ?”
Mesmo sem escolher seu casamento foi muito feliz com seu esposo. Viveu uma vida baseada nos ensinamentos de Cristo. Seu marido dizia  sobre o programa de vida da santa, linda de rosto e de alma : Piedade, Pureza e justiça.
Santa Isabel confidenciava a sua amiga Isentrude, sobre seu amor. “Se eu amo de tal modo uma criatura mortal, como deveria amar ao Senhor imortal, dono de minha alma ?”
Mãe de três filhos, Isabel perde seu marido, morto durante uma cruzada, a qual tinha aderido com entusiasmo juvenil. A partir desse momento, passa a doar tudo que pertencia a obras sociais, como em construir um hospital em Marburg, em honra de São Francisco de Assis, seu contemporâneo.
Seus cunhados não gostavam de sua generosidade para com os pobres e conseguiram separá-la  dos filhos e a expulsaram do castelo de Wartembrug.
O sofrimento da separação não a fez acabar com seus sonhos, entrou para a ordem terceira e viveu o ideal franciscano de pobreza até o final da vida.
Que todos os santos nos abençoem e nos iluminem por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo na nossa difícil caminhada aqui na terra
Fonte:Jornal Unidade/2005