sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Recuperar os fiéis perdidos e conquistar os indiferentes?



E-mailImprimirPDF
Dom_Raymundo_Damasceno_Assis_agosto_2012Como a Igreja Católica pode responder à indiferença daquela parcela da população que não crê, que se afastou na religião ou que nunca a conheceu? Quem responde as perguntas é o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis.
“Eu acho que é importante que nós saiamos ao encontro do nosso povo, sobretudo nas periferias de nossas grandes cidades. O Brasil, e eu diria a América Latina de modo geral, passam por um processo cada vez mais forte de urbanização. As populações estão se concentrando nas grandes e médias cidades. Hoje, no Brasil já cerca de 80% da população está vivendo nas cidades. Então, é claro que as cidades aumentam, crescem e nós muitas vezes não temos um número suficiente de ministros ordenados e muitas vezes também não temos o número suficiente de leigos preparados para atender as necessidades religiosas, espirituais desta população que cresce cada vez mais em nossas cidades”.
“De que maneira ir ao encontro deles? Criar centros de encontro das pessoas que vivem nestas áreas, criar pequenas comunidades, como vimos no Documento de Aparecida: fazer da Igreja uma rede de pequenas comunidades eclesiais, vinculadas à paróquia, à diocese, porque nós devemos sempre promover e estimular uma pastoral orgânica, de conjunto. Portanto, este trabalho não pode ser autônomo, não pode ser independente, como ocorre muitas vezes com nossos irmãos evangélicos”.
“Para isso, é necessário que se abra espaço à atuação do laicato; é claro também dos religiosos e religiosas, porque o padre sozinho não consegue atender a esta demanda da população mais distante da matriz, da sede paroquial propriamente dita”
Fonte:CNBB

Novos cardeais para a Igreja


E-mailImprimirPDF
cardeaisO Papa Bento XVI anunciou no final da Audiência Geral desta quarta-feira um Consistório para a criação de seis novos Cardeais, no dia 24 de novembro, na vigília da solenidade de Cristo Rei.
São eles: Dom James Michael Harvey, Prefeito da Casa Pontifícia, que Bento XVI nomeará Arcipreste da Basílica Papal de São Paulo Fora dos Muros; Sua Beatitude Béchara Boutros Raï, Patriarca de Antioquia dos Maronitas (Líbano); Sua Beatitude Baselios Cleemis Thottunkal, Arcebispo-Mor de Trivandrum dos Sírios-Malancareses (Índia); Dom John Olorunfemi Onaiyekan, Arcebispo de Abuja (Nigéria); Dom Rubén Salazar Gómez, Arcebispo de Bogotá (Colômbia); e Dom Luis Antonio Tagle, Arcebispo de Manila (Filipinas).
“Os Cardeais, disse o Papa, têm a tarefa de ajudar o Sucessor de Pedro no desempenho do seu Ministério de confirmar os irmãos na fé e de ser princípio e fundamento na unidade e da comunhão da Igreja. Convido todos a rezarem pelos novos eleitos, pedindo a materna intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, para que saibam amar com coragem e dedicação Cristo e sua Igreja.
Fonte:CNBB



Convidados puderam se pronunciar durante o Sínodo


Sinodo_dos_Bispos_2012_1
Auditores são aquelas pessoas convidadas para o Sínodo como ouvintes. Padres, religiosos e leigos. Elas puderam acompanhar as discussões dos bispos e, na primeira fase do encontro, puderam também apresentar suas intervenções na Sala Sinodal e por escrito. Nesta sexta-feira, 26 de outubro, o jornal do Vaticano publica algumas de suas intervenções.
Leia alguns trechos dessas contribuições dos auditores traduzidos, livremente, pelo assessor de imprensa da CNBB que está em Roma.
Padre Jesús Higueras Esteban, pároco de Santa Maria de Caná, em Madri, Espanha, tratou dosentido positivo da paróquia: “Há muitos séculos, a paróquia é o espaço natural no qual é anunciado o Evangelho, mas nos tempos atuais, diante da realidade dos novos movimentos, inspirados pelo Espírito Santo, parece, particularmente na Europa, que a paróquia tenha se tornado a sede daquilo que poderíamos chamar de ‘cristianismo de preceitos’. É necessário afirmar o sentido positivo da paróquia em nossos tempos para realizarmos a nova evangelização e, por isso, na perspectiva de uma pastoral da saúde, podemos recordar alguns aspectos essenciais. Antes de tudo, é indispensável recuperar a ‘seriedade eucarística”, porque, com demasiada frequência, a celebração da santa missa e a adoração eucarística não recebe os devidos cuidados, deixando-as ao arbítrio de uma pretensa criatividade litúrgica que enche de desgosto os nossos fiéis. É tempo de retomar o ‘ars celebrandi’ proposto pelo Magistério da Igreja. Em segundo lugar, a paróquia deve ser o espaço natural no qual os fiéis tenham a possibilidade de viver o sacramento da penitência de modo habitual. É indispensável que nós, os sacerdotes, ofereçamos aos fiéis a possibilidade de encontrar a misericórdia divina, destacando a utilidade da paróquia para a direção espiritual. Além disso, a paróquia é o primeiro lugar no qual as pessoas que são visitadas pela morte e de qualquer tipo de dor sejam acolhidas com afeto e esperança. Em terceiro lugar, devemos perder o medo de construir nas nossas paróquias a comunhão eclesial que existe na Igreja universal. A paróquia é a casa de todos e existe para todos. As dioceses, os movimentos, a vida consagrada e todas as outras realidades eclesiais podem unir seus esforços na paróquia. Devemos ter uma atenção especial com os sacerdotes que, frequentemente, se encontram sozinhos e perplexos diante do mundo e diante de fiéis que colocam em questão a própria identidade deles. Devemos criar espaços nos quais os sacerdotes se sintam amados e acompanhados na sua busca de santidade pessoal. Somos evangelizadores que devemos ser evangelizados e que possamos propor, com alegria, a própria vocação pessoal e cada caminho de santidade na Igreja. Enfim, temos a necessidade de paróquias marianas porque a familiaridade (dimestichezza)com a Mãe de Deus é atraente para o homem que procura a beleza da humanidade redimida”.

Ir. Immacolata Fukasawa, do Japão, é Superiora Geral das Ancelle do Sagrado Coração de Jesus e tratou de quatro desafios para as religiosas: “Eu nasci no Japão, um país não-cristão, e lá eu recebi a graça do batismo e a vocação religiosa. O meu coração está pleno de alegria por crer e anunciar a minha fé em Jesus Cristo. Agora, como religiosa de vida apostólica, de que modo realizarei a nova evangelização? Pensando nessa pergunta me vem à mente os quatro desafios que reafirmamos em nosso Capítulo Geral. Primeiro desafio: deixar que o carisma se torne em nós religiosas, uma paixão, que transforme em abraço compadecido voltado para cada dor e que encoraje à vida. Segundo desafio: viver mais radicalmente a nossa consagração. Terceiro desafio: ser mulheres geradoras de comunhão. Quarto desafio: aproximar dos jovens. Hoje somos chamadas a viver esses desafios da nova evangelização sobre a base da nossa consagração. O modo que temos para superá-los dependerá da novidade e da força com que vamos fazer as coisas. Isto nos exorta a deixar-nos transformar por Deus, de modo a viver com humildade, com paixão e com dinamismo a nossa vocação na Igreja”.

Ewa Kusz, da Polônia, presidente da Conferência Mundial dos Institutos Seculares, entregou à Secretaria do Sínodo um texto sobre  a procura de Deus nos encontros de cada dia: “A minha vocação, como aquela de outros membros dos institutos seculares, nos mostra que o mundo é o lugar onde se vive a nossa vocação com toda a sua riqueza, as suas dificuldades, a sua dramaticidade e também as suas feridas. A nossa tarefa de leigos, também de leigos consagrados a Deus, não constituída por uma particular atividade pastoral ou de evangelização. A natureza da nossa vocação consiste em procurar Deus em todos os acontecimentos de uma jornada, em cada encontro com os outros. Se trata, simplesmente, de viver o evangelho no cotidiano. Isto não seria particularmente impressionante nem eficaz para o público em geral. Nem é adaptado para ser amplificado pelos meios de comunicação. Na minha vida, vejo que não é simples porque, muitas vezes, seria mais fácil anunciar Evangelho em alta voz do que vivenciá-lo. No meu trabalho, no ambiente que me circunda, encontro pessoas feridas que têm fome de amor, que guardam ressentimentos ou indiferença diante de Deus. Encontro pessoas que desejam a plenitude, o amor, a beleza e a harmonia procurando em diferentes lugares.  Infelizmente, raramente na Igreja. Às vezes, a experiência que essas pessoas têm na Igreja, no encontro que tiveram com ‘pessoas da Igreja’, por diversas razões, foram feridas. Aquilo que eu e outros membros dos institutos seculares podemos fazer por estas pessoas é oferecer a nossa simples presença, abertura para o encontro, ajuda quando é esperada. Por isso, é necessário competência pessoal, oração silenciosa e não por último, a proximidade com a pessoa de Jesus Cristo. Se trata, como síntese, daquilo que o Papa apresentou em sua recente mensagem aos membros dos institutos seculares: “de abraçar, com caridade, as feridas do mundo e da Igreja”. Com o tempo essa atitude traz esperança na vida de uma pessoa que antes, fechada na própria dor, se encontrava diante de um abismo de solidão e desespero, sem conseguir ver uma solução concreta ou encontrava enormes dificuldades a perdoar aqueles que as prejudicaram”.

Ir. Alvaro Antonio Rodriguez Echeverria, Superior Geral dos Irmãos das Escolas Cristãs, tratou do tema: ajudar os jovens a sentirem-se amados: “Pessoalmente, considero que as novas gerações, sem distinção de continentes ou de diferenças culturais, devem ser o campo de ação privilegiado danova evangelização, não como aqueles que recebem passivamente, mas como agentes ativos, recordando a palavra de João Paulo II quando afirmava que os jovens são os melhores apóstolos para os jovens. A presença deles e a palavra deles no Sínodo provavelmente teria nos permitido de ter uma visão mais lungimirante do futuro. Da nossa parte é importante conhecer o mundo deles e realizarmos o esforço de enculturação. Conhecer suas necessidades, suas angústias, suas interrogações, suas aspirações e as suas esperanças e oferecer a eles o Evangelho que é sempre Boa Nova. É importante partir da vida porque os jovens se desinteressam da mensagem cristã na medida em que ela é apresentada ao intelecto deles como ideologia, como algo imposto de fora de modo autoritário ou, dedutivamente, partindo de princípios desvinculados com a vida real. Por isso, a nossa tarefa principal é ajudar cada jovem a sentir-se amado, apreciado, abençoado, importante e necessário para os outros. A nova evangelização para os nossos jovens e para quem os acompanha deve ser chamada a retornar ao Evangelho e a descobrir que o núcleo central da nossa fé é um encontro pessoal com Jesus Cristo que conduz a uma comunidade de discípulos. A nossa missão diante dos jovens é aquela de sermos companheiros na busca, humildes guias que ajudam a descobrir o caminho e dar sentido à vida. Mais do mestres que ensinam do alto ou juízes que julgam e condenam do lado de fora, somos chamados a ser irmãos e irmãs que acompanham numa caminhada interior. Os jovens são uma boa notícia para o mundo, mas devemos nos perguntar como fazer para que a Boa Nova de Jesus seja boa nova para eles. Em uma época como a nossa, na qual os jovens procuram algo a mais e estão abertos à espiritualidade, devemos educar para o encontro com Deus no próprio íntimo, o que irá preencher o vazio existencial e permitirá a eles, como Jesus fez, de ver a realidade, de comoverem-se diante dela e de se engajarem em uma ação transformadora”.
Fonte: CNBB

A liberdade no amor no “Escolhas da Vida”



Falar de amor sempre dá uma sensação de bem estar, o amor é contagiante, quando se encontra alguém que traz em si o sinal do amor a gente se sente acolhido, se envolve e isso traz felicidade.
Uma das características do amor é deixar que o outro seja ele mesmo, claro que isso não é fácil, pois traz sofrimento e temos que enfrentar a dura realidade: Nem sempre eu posso mudar o outro.
O amor deve ser capaz de permitir que aquele que se amo exista como tal, como ele mesmo, isso é o mais pleno amor, dar para a pessoa amada a liberdade dele existir do jeito que ela é.
Bom seria se as pessoas conseguissem agir dessa maneira, mas muitas vezes o ciúme prevalece e assim vem com ele as desavenças, as brigas. O apego, pode fazer estragos. Amar é deixar o outro livre, todo apego deixa marcas no coração, e aos poucos vai roubando a paz da alma, ai vem a dor o vazio, tudo então parece não ter mais sentido, e a vida perde o brilho a graça e a razão.
Deixa pra traz tudo aquilo que não te deixa em paz.
Fonte:Rede Vida 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Teologia: A Necessária Reflexão

Dom Demétrio Valentini
Bispo de Jales
Foi surpreendente a participação no Congresso Teológico Continental, realizado nas dependências da Unisinos, em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. A expectativa era de trezentos participantes.  Mas o número chegou a 750, e não foi maior por motivo de espaço no salão das conferências.
Foram cinco dias intensos, com programação para cada dia, alternando grandes conferências de manhã e de noite, com oficinas temáticas, painéis diversos, e apresentação de trabalhos teológicos na parte da tarde. Todas as atividades sempre precedidas de momentos de espiritualidade, que aconteciam também nas celebrações litúrgicas em horários antecipados.
Um clima de grande interesse, de atenção às temáticas apresentadas, e de esforço de captar bem a caminhada feita por beneméritos teólogos e teólogas da América Latina, sobretudo a partir do processo de renovação conciliar, que encontrou por aqui uma generosa acolhida, mesmo em meio a contrariedades, que acabaram caracterizando não só a renovação eclesial, mas também uma teologia própria, que procurou acompanhar e dar respaldo à caminhada eclesial em nosso continente.
As datas simbólicas que motivaram a realização deste Congresso Continental situavam bem o processo de caminhada conjunta, entre renovação eclesial e reflexão teológica. O Congresso se situou na marca dos 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II, e dos 40 anos da publicação do livro do Pe. Gustavo Gutiérrez, Teologia da Libertação, que acabou dando nome à teologia latino americana que procurou “dar as razões da esperança” deste Continente.
Olhando com serenidade este processo de busca de sintonia entre vivência eclesial e reflexão teológica, se chega a uma constatação simples, mas profunda. Toda caminhada eclesial necessita do respaldo de um processo de reflexão, que ofereça referências consistentes e motivações autênticas. Toda caminhada própria de Igreja requer uma teologia própria, que dê razões adequadas para as situações que interpelam a fé e pedem o suporte da razão.
Assim dá para dizer que fazia o Cristo, de acordo com os relatos do Evangelho. Com frequência ele explicava em particular as parábolas aos seus discípulos, ou se retirava à parte com eles, instruindo-os melhor a respeito do Reino.
Assim fizeram Paulo e Barnabé, quando se detiveram um ano inteiro com a comunidade de Antioquia, dando fundamento consistente à incipiente vida eclesial, que em seguida se tornaria ponto de partida para a missão no império romano.
Assim fizeram nos primeiros séculos da Igreja, aqueles que hoje chamamos de “santos padres”, que sentiram a necessidade de respaldar a fé cristã, que estava tomando forma explícita, com o suporte da razão.
Daí resultaram os primeiros grandes tratados de teologia. É bom conhecê-los, não só porque iluminam ainda hoje nossa fé, mas para nos incentivar a fazer como eles fizeram: na medida em que percorremos novos caminhos, e enfrentamos novas dificuldades, precisamos refletir, colocando em ação a capacidade humana que Deus nos deu para pensar, e desta maneira fazer brilhar melhor a fé, que continua iluminando também as realidades próprios de nosso continente.
A urgência de pensar a fé, a partir de nossa realidade, à luz da Palavra de Deus, em comunhão eclesial, foi certamente um recado precioso deste grande Congresso Teológico.
Neste contexto soam bem as palavras de João Paulo II, em carta dirigida à CNBB, em abril de 1986, afirmando bem claramente que “a teologia da libertação é não só oportuna, mas útil e necessária”
Fonte:CNBB

JMJ 2013 é tema de discussão na Associação Comercial do Rio de Janeiro

Representando o arcebispo metropolitano da cidade do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, o bispo auxiliar do Rio de Janeiro, dom Roque Costa Souza, participou da reinauguração do auditório Ruy Barreto, realizada ontem (24) na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ).
Durante a inauguração, dom Roque destacou que o setor privado tem papel fundamental para o bom desempenho da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), evento católico que acontece de 23 a 28 de julho na capital carioca e promete trazer mais de dois milhões de turistas à cidade. “Esse evento envolve todos os segmentos da sociedade e precisamos que todos colaborem com ideias, críticas e sugestões. Faltam poucos meses para a jornada e precisamos que todos os setores estejam alertados e preparados para a Jornada Mundial da Juventude”, disse ele.
Dom Roque também informou que o local da principal missa com o Papa Bento XVI durante a jornada ainda está indefinido, após o governo federal vetar a Base Aérea de Santa Cruz, na Zona Oeste, que já tinha sido anunciada como parte do roteiro.
>> Abertas inscrições na Jornada Mundial da Juventude 2013
Para o presidente da ACRJ e integrante do Comitê Organizador da JMJ, Antenor Barros Leal, anfitrião do evento, o Rio de Janeiro viverá um momento importante de multiplicação de negócios. “Imaginem o que será a Jornada Mundial da Juventude com o consumo de dois milhões de jovens durante quase dez dias. Só do Peru já estão confirmados 1milhão e 200 mil ônibus. A cidade vai sofrer um grande teste de sua capacidade de receber pessoas. Oempresariado todo, comércio de roupas, de alimentos, hotéis, pensões, deverá prestar a essas pessoas assistência, bons serviços, e a simpatia carioca. Vai ser um momento importante e um momento próspero para a cidade”, afirmou o presidente da ACRJ.
Duda Magalhães, diretor geral da Dream Factory, empresa que presta assessoria para a Arquidiocese do Rio de Janeiro, apresentou palestra sobre a importância da JMJ para a capital fluminense. De acordo com ele, o Rio de Janeiro tem condições hoje de se preparar e fazer a maior Jornada de todos os tempos, em termos de qualidade para o peregrino, de mobilidade urbana e de qualidade de vida para aqueles que estão na cidade.
Foyer Dr. Wilson Lemos de Moraes
A cerimônia contou também com a inauguração do foyer Dr. Wilson Lemos de Moraes. Oempresário, marido da Benemérita da Casa de Mauá, Maria de Lourdes Teixeira de Moraes, faleceu em 2010. Muito emocionada, a benemérita esteve presente durante toda a solenidade recebendo os cumprimentos dos convidados. Seu filho, Wilson Lemos de Moraes Junior, também participou.
Estátua Barão de Mauá
A estátua centenária de Irineu Evangelista de Sousa, o Barão de Mauá, pioneiro das estradas de ferro no Brasil e patrono da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), esculpida em bronze por Rodolfo Bernadelli, professor da antiga Imperial Academia de Belas Artes, em 1910, foi inaugurada em frente à ACRJ, também conhecida por Casa de Mauá. A ideia foi do presidente da instituição, Antenor Barros Leal.
O secretário municipal de Conservação do Rio, Carlos Roberto Osório, e descendentes do Barão também participaram. A estátua foi retirada da Praça Mauá em outubro do ano passado para as obras do Porto Maravilha e, desde então, estava guardada em um depósito da Prefeitura. “Inaugurar essa estátua foi a redenção. A Casa é a Casa de Mauá. Isso significa que o dono tem que estar nela. O Barão foi o maior empresário do país. Ele instaurou aqui a capacidade da iniciativa privada, ajudando o governo e dando destino aos recursos do país. Então é uma grande satisfação trazer a estátua para cá”, finalizou o secretário.
Fonte:http://www.jb.com.br/rio/noticias/2012

Delegação do Vaticano visita Centro de Operações da Prefeitura

comitiva vaticano rio2012
O Papa, como chefe de Estado, precisa de uma organização prévia de todas as suas viagens, a fim de preparar a agenda dos atos protocolares, centrais e especiais. A comitiva responsável pelas viagens internacionais do Santo Padre, o Papa Bento XVI, liderada pelo Dr. Alberto Gasbarri, encontra-se no Brasil para desenvolver esta organização.
A comitiva também é formada pela Dra Stefannia Izzo e Dr. Paolo Corvini, que se juntaram ao grupo nesta quinta-feira, 25 de outubro. Durante o dia, eles continuarão visitando espaços, onde é possível a ida do Papa, no Rio de Janeiro, durante a Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá de 23 a 28 de julho do próximo ano.
Com relação ao local para o encerramento do evento, que envolve vigília e missa, Guaratiba é uma possibilidade apresentada pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes. Mas, ainda não há confirmação oficial. Estão sendo estudadas outras possibilidades.
A comitiva também visitou, na quarta-feira, 24 de outubro, o Centro de Operações da Prefeitura, e demonstrou satisfação ao conhecer a capacidade técnica e operacional, que favorece a mobilidade na Cidade Maravilhosa.
Por João Dias
Fonte:SECOM