O evento acontecerá na Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), no auditório B8 (cobertura). A entrada é livre, mas está sujeita a lotação. O debate será em parceria com o grupo da Juventude Interreligiosa do Rio de Janeiro (JIRJ) e ocorrerá durante o Seminário "De velas a lâmpadas, o significado das luzes nas diversas religiões", organizado por Diane Kuperman, da Associação Religiosa Israelita do Rio (ARI).
A mesa será composta por Padre Ramon Nascimento, Rabino Nilton Bonder, Babalawo Ivanir dos Santos, antropóloga Ana Paula Miranda e o cineasta Cacá Diegues.
Cultura do encontro
A película de 85 minutos de duração tem a direção de Cacá Diegues, da produtora Luz Mágica, e distribuição da H2O Films. O filme cumpre sua proposta de provocar o diálogo ao trazer as várias vozes da sociedade acerca da experiência de fé. “Filmamos o que vimos acontecer, ouvimos as pessoas que fizeram acontecer. Nossa grande adesão e entusiasmo foi pela vitória da fé, do amor e da delicadeza durante a Jornada. E pelas palavras do Papa Francisco”, destacou o diretor.
Durante o filme, mostra-se a cultura do encontro pregada pelo Papa Francisco, através de cinco olhares: a da Igreja, do peregrino, da cidade, da favela e da tolerância religiosa. Entre os depoimentos, há um amplo ‘leque’ de pontos de vista, incluindo um membro da Opus Dei, um ateu e o teólogo Leonardo Boff.
Há também testemunhos de jovens participantes, como o de Priscila, moradora da Maré, voluntária da JMJ, que esteve perto do Papa durante os dias da Jornada. Pode-se acompanhar ainda a história de dois peregrinos que vieram a pé para o evento: o argentino Albert e o cearense Fábio Mateus. O testemunho do jogador de vôlei Riad Ribeiro é outro destaque do documentário. Ele reformou a sua casa para acomodar peregrinos de diferentes lugares, e conta sua experiência.
O documentário mostra também a experiência que peregrinos tiveram de conhecer outras religiões e visitar um centro de umbanda e candomblé durante a Jornada. O objetivo é mostrar que a crença é uma opção individual, mas que o encontro e o diálogo entre as pessoas que professam diversos credos são necessários para o mundo viver em paz. Outro momento registrado: o encontro de muçulmanos, católicos e judeus em um evento realizado na PUC-Rio. Juntos levantaram temas a respeito da fé do ser humano.
Fonte: Assessoria de Imprensa

O Santo Padre encontrou-se por três horas com os 120 participantes na 82ª assembleia geral, realizada nos dias 27 a 29 no Salesianum. Caracterizou o encontro um longo diálogo fraterno e cordial feito de perguntas e respostas. O primeiro grupo de respostas referiu-se à identidade e à missão da vida consagrada. A radicalidade é exigida a todos os cristãos, afirmou o Pontífice, mas os religiosos são chamados a seguir o Senhor de modo especial: «são homens e mulheres que podem despertar o mundo. A vida consagrada é profecia. Deus pede-nos para sair do nicho que nos contém para irmos às fronteiras do mundo, evitando a tentação de as domesticar. É este o modo mais concreto de imitar o Senhor.




Nasceu na Itália em 1862. Estudou no Oratório de Turim onde conheceu Dom Bosco. Em 1885, torna-se salesiano e em 1889 parte para as missões da América no Uruguai. Nesse mesmo ano é ordenado sacerdote. Em 1894 é escolhido para compor a expedição missionária para iniciar a obra salesiana em Mato Grosso chefiada pelo bispo Dom Luiz Lasagna. Infelizmente este morre num desastre ferroviário em 1895. Cabe ao padre Malan dar continuidade aos projetos do falecido bispo sendo o primeiro Inspetor da Missão Salesiana de Mato Grosso. Funda os colégios de Cuiabá e Corumbá, as Escolas Agrícolas de Coxipó da Ponte e Palmeiras e as missões do Sagrado Coração do Rio Barreiro, da Imaculada no Rio Garças e de São José no Sangradouro entre os índios bororo.

























